poema dicera i'enne

Dicera I’enne

Marcham sobre os rios
o sangue da terra
Das vozes roucas
implorando a Paz

Temes os voos Livres
dos pássaros rasgados
de cores múltiplas

Em nossos mares ultrapassam
os Sentidos de euforia

E víamos luzes rasantes
Nossos lábios sentirem
Emoções

Invejáveis ao Mundo Imundo
És lindo como fonte de desejos
extravagantes…

Andantes como perdidos
mas surge pleno em consciência

Quem constrói sonhos vivendo Amores

Perfumando a mais triste rosa
dos Amantes…

Despercebidos pela gana, que consome a
sensibilidade

E abre e deixa o espaço para o egoísmo que
fere e traz a lágrima ferida do coração
Querendo mais, é ser feliz e amante…

Dicera I’enne quem amou Dicera I’enne

Como amor que demorou para dizer à quem
sempre traduziu paixões como único e
imenso caminho das guerras, surgem as rosas…

Tentastes tédio — Recebestes felicidades
Procurastes fim e ao seu despertar ressuscitas em
plenas alegrias de sentir o coração

Símbolo do Amor

E no Real sentimento, inexplicável forte e vivo
Revivendo aquelas sensações incríveis até
mesmo invisíveis…

Fazendo-nos vibrar por
dentro e por fora do corpo aliviado… contente
Abraçado por desejo de gostar…

Maior auditório ecumênico manejando olhos
vividos pelos livros, relidos e sentidos
Pelos brilhos aliados das bandeiras erguidas pela Fé

Da conquista do bem sincero
E a saudade é coisa emotiva
Coisa que derrama lágrimas do Fundo do
Sentimento da Imaginação…

E do querer…

Na véspera do encontro a ansiedade louca e gostosa
No encontro o riso espontâneo, o Abraço querido
Querido o Beijo, demorado…

Na morada estrada não liga a distância
Só vê o momento esperado
Estrelado em que sorri aquela doçura
Dicera I’enne.

Roberto R Camargo
06-10-1984

Veja também no Youtube: https://youtu.be/XAJPfoEJsgQ

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